Título original: The Last Battle
Ano de lançamento: 1956
Número de páginas: 214
Editora no Brasil: Martins Fontes
Publicado
originalmente em 1956, ''A Última Batalha'' é o último volume da série
''As Crônicas de Nárnia'' e narra os últimos dias daquele país fazendo
fortes referências ao Apocalipse.
Diferente
dos livros anteriores, este começa com uma fábula sobre um asno muito
burro e um macaco muito esperto, que num belo dia descobrem a pele de um
leão na floresta - então o macaco tem a
ideia de vestir o asno com a pele de leão e sair por aí dizendo que o
grande Aslam voltou a Nárnia. Quando o último Rei de Nárnia, o jovem
Rilian resolve tirar suas conclusões sobre o caso, ele e seu amado
Unicórnio acabam se deparando com os soldados Calormanos vindos do Sul,
derrubando as florestas, maltratando os animais falantes e escravizando
os anões de Nárnia - tudo em nome do ''grande Aslam''. Numa tentativa de
salvar os anões, os mesmos acabam entrando em conflito com o jovem Rei,
pois, segundo eles, eles não querem mais saber de ''Aslam'' nenhum,
pois nenhum ser superior teria a ousadia de escravizar seu povo em troca
de ouro para seu tesouro (afinal, o grande Aslam não precisa de
riquezas). Depois de ser capturados pelo macaco, Rilian e seu Unicórnio
acabam implorando a ajuda do verdadeiro Aslam, sendo assim, Jill,
Eustáquio, Pedro, Lúcia, Edmundo, Polly e o Tio André acabam retornando a
Nárnia - menos Susana, que segundo contam, perdeu seu interesse em
Nárnia e agora passa os dias idolatrando bens materiais.
As
coisas complicam ainda mais quando o exército Calormano junta suas
forças contra Nárnia, liderados pelo macaco que fica fazendo a cabeça
dos animais de que Aslam voltou. Não bastasse o grande caos, uma outra
''divindade'' está circulando pelo reino, os Calormanos o conhecem por
Tash - uma criatura com corpo de homem, braços e pernas com garras e
cabeça de urubu.
Na minha opinião este foi o segundo melhor
livro da série, perdendo somente para o primeiro volume. Acredito que
C.S.Lewis conseguiu finalizar sua obra de forma MUITO satisfatória,
embora as lágrimas se tornem inevitáveis no final do livro. Existem
fortes mensagens religiosas por traz de ''A Última Batalha'', mas
somente um olho adulto irá perceber. O livro faz referências ao
Apocalipse, falsos Deuses, fé cega e algumas outras coisas. Mas acima de
tudo ''As Crônicas de Nárnia'' é uma série sobre valores universais
escrita PARA CRIANÇAS, ok? então não queiram julgar a escrita do livro
como adultos.
Acredito que em algum momento da vida, todo
mundo deveria ler ''As Crônicas de Nárnia''. Na minha opinião, a série
teve o final mais satisfatório que já li até hoje. RECOMENDO!
''E,
a medida que Aslam falava, Ele já nem se parecia mais com um Leão. E as
coisas que começaram a acontecer a partir daquele momento eram tão
lindas e grandiosas que não consigo
descrevê-las. Para nós, este é o fim de todas as histórias, e podemos
dizer, com absoluta certeza, que todos viveram felizes para sempre. Para
eles, porém, este foi apenas o começo da verdadeira história. Toda a
vida deles neste mundo e todas as suas aventuras em Nárnia haviam sido
apenas a capa e a primeira página do livro. Agora, finalmente, estava
começando o Capítulo Um da Grande História que ninguém na Terra jamais
leu: a história que continua eternamente e na qual cada capítulo é muito
melhor do que o anterior.''
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
''O MENINO DO DEDO VERDE'', DO MAURICE DRUON
Título original: Tistou Les Pouces Verts
Ano de lançamento: 1957
Número de páginas: 110
Editora no Brasil: José Olympio Editora
Tisto é uma criança feliz com cabelos cacheados e olhos muito claros. Ele é muito amado pelos seus cheirosos pais que possuem tudo que o dinheiro pode comprar. Juntos eles moram na Casa Que Brilha, próxima a fábrica de canhões do seu pai. Depois de ser expulso da escola, os pais de Tistu decidem que a educação do menino se fará dentro de casa, sem livros, através de suas próprias experiências e observações. No dia de sua primeira aula com o jardineiro Bigode, Tistu descobre um dom excepcional: ele tem o dedo verde – o que significa que basta um toque de seu polegar para que surjam plantas e flores onde quer que ele encoste. Com as aulas do Senhor Trovões, ele entra em contato com a violência urbana cotidiana e conhece a infelicidade e a tristeza. Inconformado, Tistu decide mudar o mundo apenas com o toque de seu dedo verde, começando pela cidade onde mora, Mirapólvora.
O autor nos apresenta esta bela história através dos olhos de uma criança, que só quer fazer o seu melhor para o mundo. Algumas passagens são bem parecidas com o Pequeno Príncipe - o que pode tornar a leitura muito mágica para os adultos também. ''O Menino do Dedo Verde'' foi o segundo livro que eu li, aos onze anos. Relendo hoje - aos 23, não pude deixar de imaginar uma animação em stop-motion inspirada nesta simples e tocante obra.
Ano de lançamento: 1957
Número de páginas: 110
Editora no Brasil: José Olympio Editora
Tisto é uma criança feliz com cabelos cacheados e olhos muito claros. Ele é muito amado pelos seus cheirosos pais que possuem tudo que o dinheiro pode comprar. Juntos eles moram na Casa Que Brilha, próxima a fábrica de canhões do seu pai. Depois de ser expulso da escola, os pais de Tistu decidem que a educação do menino se fará dentro de casa, sem livros, através de suas próprias experiências e observações. No dia de sua primeira aula com o jardineiro Bigode, Tistu descobre um dom excepcional: ele tem o dedo verde – o que significa que basta um toque de seu polegar para que surjam plantas e flores onde quer que ele encoste. Com as aulas do Senhor Trovões, ele entra em contato com a violência urbana cotidiana e conhece a infelicidade e a tristeza. Inconformado, Tistu decide mudar o mundo apenas com o toque de seu dedo verde, começando pela cidade onde mora, Mirapólvora.
O autor nos apresenta esta bela história através dos olhos de uma criança, que só quer fazer o seu melhor para o mundo. Algumas passagens são bem parecidas com o Pequeno Príncipe - o que pode tornar a leitura muito mágica para os adultos também. ''O Menino do Dedo Verde'' foi o segundo livro que eu li, aos onze anos. Relendo hoje - aos 23, não pude deixar de imaginar uma animação em stop-motion inspirada nesta simples e tocante obra.
domingo, 18 de janeiro de 2015
''LIVRE'', DA CHERYL STRAYED
Título original: Wild
Ano de lançamento: 2012
Número de páginas: 373
Editora no Brasil: Objetiva
Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, aos 26 anos, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da chamada Pacific Crest Trail (PCT) – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa. Mas ela guardava uma promessa - a promessa de juntar os pedaços de um vida em ruínas.
'' Imediatamente eu procurei a palavra STRAYED no dicionário e soube que ela seria minha. Suas definições sobrepostas se referiam diretamente a minha vida e também soavam como poesia: desviar-se do caminho certo, afastar-se da rota direta, perder-se, ficar louco, ser sem pai nem mãe, estar sem casa, perambular sem rumo a procura de alguma coisa.''
O contato de Cheryl com a vida selvagem tem antecedentes. Ao completar 10 anos, sua mãe casou-se com Eddie, um carpinteiro trabalhador e amável, que levou sua família para morar numa casa rústica de madeira de sucata, construída por ele num pequeno lote de 40 hectares de terra na área rural de Minnesota. Não havia eletricidade, água corrente, telefone nem banheiro interno – nada, entretanto, que se comparasse ao que enfrentou na caminhada solitária em que se deparou entre ursos, cascavéis e pumas ferozes, sofrendo todo tipo de privação. Como se não bastassem a exaustão, o frio, o calor, a monotonia, a dor, a sede e a fome, Cheryl tinha ainda que enfrentar outros fantasmas que a assombravam.
''Eu tinha muita dificuldade em acreditar nas coisas, mas também tinha a maior dificuldade em não acreditar. Era tão curiosa quanto cética. Não sabia onde colocar a fé, se é que havia tal lugar, ou mesmo qual era o significado preciso da palavra fé em toda a sua complexidade. Tudo parecia ser possivelmente poderoso e possivelmente falso.''
''Livre'' se tornou um dos melhores livros que li nos últimos meses - algumas passagens dele me fizeram chorar - confesso. Cheryl escreve com uma sensibilidade incrível e é impossível não se emocionar com o relacionamento entre ela e a mãe ao longo dos anos.
O filme (lançado no Brasil em Janeiro de 2015) mostra apenas os ''melhores momentos'' dessa longa jornada de Cheryl - alguns personagens e passagens acabaram ficando de fora. Mas ainda sim, o filme conseguiu duas indicações ao Oscar 2015 - na categoria de ''Melhor Atriz'' para a protagonista interpretada brilhantemente pela Reese Witherspoon e de ''Melhor Atriz Coadjuvante'' para a atriz Laura Dern, que interpreta a mãe de Cheryl no longa.
Ano de lançamento: 2012
Número de páginas: 373
Editora no Brasil: Objetiva
Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, aos 26 anos, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da chamada Pacific Crest Trail (PCT) – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa. Mas ela guardava uma promessa - a promessa de juntar os pedaços de um vida em ruínas.
'' Imediatamente eu procurei a palavra STRAYED no dicionário e soube que ela seria minha. Suas definições sobrepostas se referiam diretamente a minha vida e também soavam como poesia: desviar-se do caminho certo, afastar-se da rota direta, perder-se, ficar louco, ser sem pai nem mãe, estar sem casa, perambular sem rumo a procura de alguma coisa.''
O contato de Cheryl com a vida selvagem tem antecedentes. Ao completar 10 anos, sua mãe casou-se com Eddie, um carpinteiro trabalhador e amável, que levou sua família para morar numa casa rústica de madeira de sucata, construída por ele num pequeno lote de 40 hectares de terra na área rural de Minnesota. Não havia eletricidade, água corrente, telefone nem banheiro interno – nada, entretanto, que se comparasse ao que enfrentou na caminhada solitária em que se deparou entre ursos, cascavéis e pumas ferozes, sofrendo todo tipo de privação. Como se não bastassem a exaustão, o frio, o calor, a monotonia, a dor, a sede e a fome, Cheryl tinha ainda que enfrentar outros fantasmas que a assombravam.
''Eu tinha muita dificuldade em acreditar nas coisas, mas também tinha a maior dificuldade em não acreditar. Era tão curiosa quanto cética. Não sabia onde colocar a fé, se é que havia tal lugar, ou mesmo qual era o significado preciso da palavra fé em toda a sua complexidade. Tudo parecia ser possivelmente poderoso e possivelmente falso.''
''Livre'' se tornou um dos melhores livros que li nos últimos meses - algumas passagens dele me fizeram chorar - confesso. Cheryl escreve com uma sensibilidade incrível e é impossível não se emocionar com o relacionamento entre ela e a mãe ao longo dos anos.
O filme (lançado no Brasil em Janeiro de 2015) mostra apenas os ''melhores momentos'' dessa longa jornada de Cheryl - alguns personagens e passagens acabaram ficando de fora. Mas ainda sim, o filme conseguiu duas indicações ao Oscar 2015 - na categoria de ''Melhor Atriz'' para a protagonista interpretada brilhantemente pela Reese Witherspoon e de ''Melhor Atriz Coadjuvante'' para a atriz Laura Dern, que interpreta a mãe de Cheryl no longa.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
''A CADEIRA DE PRATA'', DO C.S.LEWIS
Título original: The Silver Chair
Ano de lançamento: 1953
Número de páginas: 208
Editora no Brasil: Martins Fontes
Este é o sexto - e penúltimo - livro da série ''As Crônicas de Nárnia'' (em ordem cronológica) e foi publicado em 1953. Até o momento, esta foi minha segunda crônica favorita!
Neste livro não temos a participação de nenhum dos irmãos Pevensie - já que nos livros anteriores descobrimos que devido a idade, eles não poderiam mais retornar a Nárnia - mas a história segue com o primo deles, o Eustáquio e sua amiga Jill. Numa tarde de outono eles estavam brincando nos fundos da escola e descobrem uma passagem num antigo muro de pedra, então eles acabam indo parar em Nárnia, mais precisamente no castelo em Cair Paravel onde eles ficam sabendo que se passaram muitos anos entre os acontecimentos dos livros 5 e 6 (o tempo em Nárnia é diferente do nosso mundo, enquanto aqui se passa um segundo lá pode se passar 15 anos) e que o príncipe Caspian - agora Rei Cáspian X - já está bem velhinho e procurando desesperadamente pelo seu único filho - Rilian - que desapareceu nas terras ao norte de Nárnia.
Seguindo os conselhos de Aslam e com a ajuda de um paulama (uma espécie de guardião do brejo) as crianças acabam se aventurando pelas terras ao norte, encontrando gigantes que devoram criancinhas, feiticeiras verdes, pontes que podem alcançar o céu e o submundo que existe abaixo de Nárnia, onde vivem os terrícolas.
Se comparado aos livros anteriores este possui poucos temas relacionados a religião - embora eles ainda estejam lá, mas discretamente - e apesar do livro ser escrito para crianças, até o momento eu achei este volume o conto mais obscuro sobre Nárnia.
Sendo assim, só falta eu ler o último volume - A Última Batalha - e estou muito ansioso para saber se C.S.Lewis irá encerrar esta série FANTÁSTICA de forma satisfatória. RECOMENDO A LEITURA!
Ano de lançamento: 1953
Número de páginas: 208
Editora no Brasil: Martins Fontes
Este é o sexto - e penúltimo - livro da série ''As Crônicas de Nárnia'' (em ordem cronológica) e foi publicado em 1953. Até o momento, esta foi minha segunda crônica favorita!
Neste livro não temos a participação de nenhum dos irmãos Pevensie - já que nos livros anteriores descobrimos que devido a idade, eles não poderiam mais retornar a Nárnia - mas a história segue com o primo deles, o Eustáquio e sua amiga Jill. Numa tarde de outono eles estavam brincando nos fundos da escola e descobrem uma passagem num antigo muro de pedra, então eles acabam indo parar em Nárnia, mais precisamente no castelo em Cair Paravel onde eles ficam sabendo que se passaram muitos anos entre os acontecimentos dos livros 5 e 6 (o tempo em Nárnia é diferente do nosso mundo, enquanto aqui se passa um segundo lá pode se passar 15 anos) e que o príncipe Caspian - agora Rei Cáspian X - já está bem velhinho e procurando desesperadamente pelo seu único filho - Rilian - que desapareceu nas terras ao norte de Nárnia.
Seguindo os conselhos de Aslam e com a ajuda de um paulama (uma espécie de guardião do brejo) as crianças acabam se aventurando pelas terras ao norte, encontrando gigantes que devoram criancinhas, feiticeiras verdes, pontes que podem alcançar o céu e o submundo que existe abaixo de Nárnia, onde vivem os terrícolas.
Se comparado aos livros anteriores este possui poucos temas relacionados a religião - embora eles ainda estejam lá, mas discretamente - e apesar do livro ser escrito para crianças, até o momento eu achei este volume o conto mais obscuro sobre Nárnia.
Sendo assim, só falta eu ler o último volume - A Última Batalha - e estou muito ansioso para saber se C.S.Lewis irá encerrar esta série FANTÁSTICA de forma satisfatória. RECOMENDO A LEITURA!
domingo, 11 de janeiro de 2015
''UMA CARTA DE AMOR'', DO NICHOLAS SPARKS
Ano de lançamento: 1998
Número de páginas: 288
Editora no Brasil: Arqueiro
Theresa Osborne é uma colunista de Chicago que acabou de se divorciar do marido. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para sí, ela resolve passar umas férias em Cape Cod. Numa manhã, enquanto estava fazendo sua caminhada sob a praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com um papel de carta dentro. Comovida com o texto apaixonado que a garrafa trazia, Theresa começa uma incansável busca pelo autor da carta que assina apenas como Garret. Depois de voltar a Chicago e publicar a carta no jornal, ela acaba recebendo mensagens de algumas pessoas que encontraram as outras partes da carta pelo país. E então Theresa decide procurar pelo tal Garret na costa da Carolina do Norte. O que ambos não sabiam era que esse encontro mudaria suas vidas para sempre.
Para quem não sabe, este foi o segundo livro escrito pelo Sparks, e lançado originalmente em 1998, mas só agora chegou ao Brasil pela editora ''Arqueiro''. Em 1999 ele até ganhou uma adaptação para o cinema, estrelado pelo Kevin Costner e a Robin Wright Penn. Em Portugal ele foi lançado com o título ''As Palavras Que Eu Nunca Te Direi'', que na minha opnião combinaria mais com o livro.
Assim como TODOS os livros do Sparks este é mais um romance sobre perda e sobre seguir em frente. Um dos mais tristes que ele já escreveu. Para quem gosta de romance, recomendo.
'' Esta carta não é uma despedida, meu amor, é um agradecimento. (...) Obrigada pelas lembranças que vou guardar para sempre. Mas, principalmente, obrigada por me mostrar que chegará um dia em que poderei enfim deixar você ir.''
''O RESGATE'', DO NICHOLAS SPARKS
Título original: The Rescue
Ano de lançamento: 2000
Número de páginas: 320
Editora no Brasil: Arqueiro
Originalmente lançado em 2000, ''O Resgate'' foi relançado pela Editora Arqueiro em 2014 - e é um dos livros mais pessoais já escritos pelo Sparks, já que foi inspirado na história de seu filho, Ryan, que sofre de distúrbio de processamento auditivo, algo como uma ''dislexia de som''.
No livro, Taylor MacAden é voluntário do corpo de bombeiros da pequena cidade de Edenton na Carolina do Norte (sempre na Carolina do Norte), ele é um homem destemido a ponto de arriscar sua vida para salvar qualquer pessoa, seja qual for a situação. Só existe uma coisa que Taylor não consegue fazer: entregar seu coração.
Numa noite de tempestade, enquanto sinalizava postes de energia caídos, Taylor encontra um carro batido na beira da estrada. Assim que recupera seus sentidos, Denise, a motorista, dá falta de seu filho no veículo - Kyle, um menino de apenas 4 anos que tem problemas de audição e de fala.
Durante a busca pelo garoto, Denise se surpreende com as atitudes tomadas pelo homem que acabou de conhecer. E o que Taylor nem imagina é que esse resgate será muito diferente de todos que ele já fez, pois exigirá mais do que coragem e força física - e talvez possa leva-lo a própria salvação.
Mais uma vez Nicholas Sparks é capaz de nos mostrar que o amor pode surgir de maneiras inesperadas, curar antigas cicatrizes e nos fazer seguir em frente apesar de todo o sofrimento.
Ano de lançamento: 2000
Número de páginas: 320
Editora no Brasil: Arqueiro
Originalmente lançado em 2000, ''O Resgate'' foi relançado pela Editora Arqueiro em 2014 - e é um dos livros mais pessoais já escritos pelo Sparks, já que foi inspirado na história de seu filho, Ryan, que sofre de distúrbio de processamento auditivo, algo como uma ''dislexia de som''.
No livro, Taylor MacAden é voluntário do corpo de bombeiros da pequena cidade de Edenton na Carolina do Norte (sempre na Carolina do Norte), ele é um homem destemido a ponto de arriscar sua vida para salvar qualquer pessoa, seja qual for a situação. Só existe uma coisa que Taylor não consegue fazer: entregar seu coração.
Numa noite de tempestade, enquanto sinalizava postes de energia caídos, Taylor encontra um carro batido na beira da estrada. Assim que recupera seus sentidos, Denise, a motorista, dá falta de seu filho no veículo - Kyle, um menino de apenas 4 anos que tem problemas de audição e de fala.
Durante a busca pelo garoto, Denise se surpreende com as atitudes tomadas pelo homem que acabou de conhecer. E o que Taylor nem imagina é que esse resgate será muito diferente de todos que ele já fez, pois exigirá mais do que coragem e força física - e talvez possa leva-lo a própria salvação.
Mais uma vez Nicholas Sparks é capaz de nos mostrar que o amor pode surgir de maneiras inesperadas, curar antigas cicatrizes e nos fazer seguir em frente apesar de todo o sofrimento.
sábado, 10 de janeiro de 2015
''GAROTA EXEMPLAR'', DA GILLIAN FLYNN
Título original: Gone Girl
Ano de lançamento: 2012
Número de páginas: 448
Editora no Brasil: Intrínseca
AMY DUNNE DESAPARECEU! No dia de seu quinto aniversário de casamento, seu marido - Nick, encontra a sala de estar revirada e nenhum sinal da esposa. Tudo indica se tratar de um sequestro, e imediatamente Nick chama a polícia. Mas ao chegar ao local todas as suspeitas caem sobre Nick, que exibe uma estranha calma diante do desaparecimento de sua esposa. Contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, Nick aparece a cada dia mais culpada pelo desaparecimento da esposa. Porém, fica claro que a ''verdade'' não é o forte do casal.
''O amor é a infinita mutabilidade do mundo; mentiras, ódio, até mesmo assassinato, tudo está atrelado até ele, é o inevítável desabrochar de seus opostos, uma magnífica rosa com um leve cheiro de sangue.'' - Tony Kushner, The Illusion
Dividido em três partes, o thriller ''Garota Exemplar'' tem capítulos alterando os pontos de vista de Nick e Amy e faz o leitor mudar de lado a cada página.
''Quando eu penso na minha mulher, sempre me lembro do formato de sua cabeça. Fico me imaginando partindo seu belo crânio e desenrolando seu cérebro em busca de respostas. Questões básicas de qualquer relacionamento: o que está pensando? o que está sentindo? o que fizemos um com o outro?''
O livro da Gillian Flynn foi adaptado para o cinema pelo cineasta David Fincher (diretor de Clube da Luta, O Curioso Caso de Banjamin Button e Os Homens Que Não Amavam as Mulheres) em 2014 e é um dos favoritos a concorrer ao Oscar 2015. Na minha opinião, o filme foi muito bem adaptado para as telas (talvez seja porque a própria autora também é a roteirista do filme) - elenco e produção de primeira. Palmas para a ÓTIMA atuação da britânica Rosamund Pike no papel da ''Garota Exemplar'' do título, personagem este - que pode lhe render o Oscar de ''Melhor Atriz''.
Gostaria de contar mais a vocês sobre a trama do livro, mas estaria estragando todo o suspense da leitura de vocês. ''Garota Exemplar'' é o tipo de livro que você não consegue largar até chegar ao final, me arrisco a dizer que este será um dos melhores livros lidos em 2015.
''O retrato de um casamento tão aterrorizante que vai fazer você passar um bom tempo pensando em quem realmente é a pessoa que dorme ao seu lado na cama.'' - Time
Ano de lançamento: 2012
Número de páginas: 448
Editora no Brasil: Intrínseca
AMY DUNNE DESAPARECEU! No dia de seu quinto aniversário de casamento, seu marido - Nick, encontra a sala de estar revirada e nenhum sinal da esposa. Tudo indica se tratar de um sequestro, e imediatamente Nick chama a polícia. Mas ao chegar ao local todas as suspeitas caem sobre Nick, que exibe uma estranha calma diante do desaparecimento de sua esposa. Contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, Nick aparece a cada dia mais culpada pelo desaparecimento da esposa. Porém, fica claro que a ''verdade'' não é o forte do casal.
''O amor é a infinita mutabilidade do mundo; mentiras, ódio, até mesmo assassinato, tudo está atrelado até ele, é o inevítável desabrochar de seus opostos, uma magnífica rosa com um leve cheiro de sangue.'' - Tony Kushner, The Illusion
Dividido em três partes, o thriller ''Garota Exemplar'' tem capítulos alterando os pontos de vista de Nick e Amy e faz o leitor mudar de lado a cada página.
''Quando eu penso na minha mulher, sempre me lembro do formato de sua cabeça. Fico me imaginando partindo seu belo crânio e desenrolando seu cérebro em busca de respostas. Questões básicas de qualquer relacionamento: o que está pensando? o que está sentindo? o que fizemos um com o outro?''
O livro da Gillian Flynn foi adaptado para o cinema pelo cineasta David Fincher (diretor de Clube da Luta, O Curioso Caso de Banjamin Button e Os Homens Que Não Amavam as Mulheres) em 2014 e é um dos favoritos a concorrer ao Oscar 2015. Na minha opinião, o filme foi muito bem adaptado para as telas (talvez seja porque a própria autora também é a roteirista do filme) - elenco e produção de primeira. Palmas para a ÓTIMA atuação da britânica Rosamund Pike no papel da ''Garota Exemplar'' do título, personagem este - que pode lhe render o Oscar de ''Melhor Atriz''.
Gostaria de contar mais a vocês sobre a trama do livro, mas estaria estragando todo o suspense da leitura de vocês. ''Garota Exemplar'' é o tipo de livro que você não consegue largar até chegar ao final, me arrisco a dizer que este será um dos melhores livros lidos em 2015.
''O retrato de um casamento tão aterrorizante que vai fazer você passar um bom tempo pensando em quem realmente é a pessoa que dorme ao seu lado na cama.'' - Time
Assinar:
Postagens (Atom)
















